Lágrimas descem pela face
Daquela que desobedece
As leis do desamor
E se compadece com dulçor
As últimas palavras ditas
Infringem marcas malditas
No coração daquela que ama
E que pelo seu amor reclama
Não há mais tempo a perder
Pois o ser está a morrer
E implora por compaixão
Ao que lhe é dito não
Regada pela poesia
O seu coração se esvazia
E entrega-se a sua sorte
Procurando pela própria morte
Se cada estrela do céu
Encantasse aquele réu
Condenado pela paixão
Jamais haveria separação
A ti o coração entregue quer estar
E na tua forte mão segurar
Pra sempre juntos o
caminho trilhar
Até que a morte possa os tragar

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