Não
tenho mais tido tempo para filosofar ou parar pra pensar em coisas importantes
e outras sem o menor valor. Bom, nem tão assim sem valor. Essa questão de
valores parece um tanto relativa, pois pode haver coisas caras pra você quando
pra mim não passam de banalidades.
Penso
não no superficial, naquilo que a mídia “vende” como importante e justo,
motivados pelo dinheiro que grita seus desejos para a sociedade, um tanto
manipulada, que se contenta em chegar do trabalho a noite e gastar o restante
do seu tempo fazendo pós graduação em alienação na frente da televisão. Para
estes torna-se um tanto difícil discutir sobre valores, mesmo aqueles intrínsecos
e mais escondidos no âmago do ser.
Estes
valores julgo eu, terem sido presentes de Deus para o ser humano, quando o
criou e disse que seríamos a Sua imagem (forma) e semelhança (aquilo que herdamos
diretamente de Deus). Fico admirada e fascinada pela antropologia. Como pessoas
do outro lado do mundo, de ilhas distantes ou mesmo aqueles que ainda vivem aqui
no Brasil, na selva, os quais julgamos com prepotência que somos melhores do
que eles pois somos civilizados, mas que na essência somos iguais e temos as
mesmas bases morais e éticas que eles.Vejam,
não falo de cultura, dos costumes ou das diferentes formas de agir, mas como
conclusão de alguns livros que leio e que confirmam o que a Bíblia diz em
Hebreus 10:16 “[...]Porei as minhas leis em seus corações, e as
escreverei em seus entendimentos[...].”. Quero
citar alguns exemplos que me chamam a atenção, pois o que percebo é que o ser
humano possui em si a necessidade de crer, de fé, de acreditar em alguém ou
alguma coisa. Todos buscam por completar esse vazio que há dentro de si.
No decorrer de toda a história da humanidade observamos os milhares de deuses criados pelo ser humano, sejam eles de pedra, de barro, um outro ser humano, a ciência ou o próprio Criador. Há também a necessidade de se descansar um dia da semana, como se fosse um ciclo vital à sobrevivência humana e algumas pesquisas apontam que este descanso seja feito de 7 em 7 dias. Várias são as religiões e seus dias de guarda, seja na sexta-feira, domingo ou o próprio sábado como a Bíblia diz. ( Êxodo 20:8 – “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar”). Continuando, posso citar o respeito aos pais, o adultério ou roubo e como os povos consideraram estes atos como maus ou indignos e isso não é só conceito do ocidente, muito menos novidade do século 21, mas existe desde 4.000 a.C. e concluo que apesar de deturpados pelo pecado, ainda conservamos fortes traços da “semelhança” de Deus que temos intrínsecos em nós.
Quando penso em valores, incluo ainda a máxima de Jesus: “E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo” - ( Lucas 10:27). Estes também são valores necessários e que urgem por sua prática.
Essa reflexão se faz necessária ante as barbáries que ocorrem a nossa volta: homicídios, roubos, inclusive a regressão de um povo que, cansado da impunidade e da falta de segurança, faz justiça com as próprias mãos. Valores deturpados pela ambição, pelo egoísmo e pela busca frenética de realização pessoal não importando a que preço.
Havendo pessoas com aspirações mais poéticas e axiológicas, com a força para nadar contra a correnteza do mau, do que machuca, do que ignora, do que não ama, do que não valoriza a vida, e muitos outros verbos negativados pela omissão do amor, ainda, se há pessoas que lutam por uma sociedade melhor, que buscam construir dentro de si e daqueles que estão próximos, valores baseados no amor e na manutenção da vida, usando de empatia, então há esperança de que nosso presente, nosso dia a dia possa ser melhor.
Cito a escritora Ellen G.White em um texto que me faz pensar em escolhas: “A maior necessidade do mundo é a de homens... Homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao seu polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus". Lembro que li este texto pela primeira vez quando eu tinha uns 16 anos e sempre me imaginei no grupo daqueles que não se compram e não se vendem...
Isso tem um preço, lógico que tem. Toda escolha tem. Mas apesar da vida humana ser como uma sombra que passa, cada um pode deixar marcas positivas pela boa influencia exercida sobre quem está próximo e que por causa daqueles a jornada da existência seja mais leve e os dias mais tranquilos para aqueles que perpassam por nossa vida.
Enfim, pergunto: qual o valor dos seus valores? A quem você é semelhante?
No decorrer de toda a história da humanidade observamos os milhares de deuses criados pelo ser humano, sejam eles de pedra, de barro, um outro ser humano, a ciência ou o próprio Criador. Há também a necessidade de se descansar um dia da semana, como se fosse um ciclo vital à sobrevivência humana e algumas pesquisas apontam que este descanso seja feito de 7 em 7 dias. Várias são as religiões e seus dias de guarda, seja na sexta-feira, domingo ou o próprio sábado como a Bíblia diz. ( Êxodo 20:8 – “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar”). Continuando, posso citar o respeito aos pais, o adultério ou roubo e como os povos consideraram estes atos como maus ou indignos e isso não é só conceito do ocidente, muito menos novidade do século 21, mas existe desde 4.000 a.C. e concluo que apesar de deturpados pelo pecado, ainda conservamos fortes traços da “semelhança” de Deus que temos intrínsecos em nós.
Quando penso em valores, incluo ainda a máxima de Jesus: “E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo” - ( Lucas 10:27). Estes também são valores necessários e que urgem por sua prática.
Essa reflexão se faz necessária ante as barbáries que ocorrem a nossa volta: homicídios, roubos, inclusive a regressão de um povo que, cansado da impunidade e da falta de segurança, faz justiça com as próprias mãos. Valores deturpados pela ambição, pelo egoísmo e pela busca frenética de realização pessoal não importando a que preço.
Havendo pessoas com aspirações mais poéticas e axiológicas, com a força para nadar contra a correnteza do mau, do que machuca, do que ignora, do que não ama, do que não valoriza a vida, e muitos outros verbos negativados pela omissão do amor, ainda, se há pessoas que lutam por uma sociedade melhor, que buscam construir dentro de si e daqueles que estão próximos, valores baseados no amor e na manutenção da vida, usando de empatia, então há esperança de que nosso presente, nosso dia a dia possa ser melhor.
Cito a escritora Ellen G.White em um texto que me faz pensar em escolhas: “A maior necessidade do mundo é a de homens... Homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao seu polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus". Lembro que li este texto pela primeira vez quando eu tinha uns 16 anos e sempre me imaginei no grupo daqueles que não se compram e não se vendem...
Isso tem um preço, lógico que tem. Toda escolha tem. Mas apesar da vida humana ser como uma sombra que passa, cada um pode deixar marcas positivas pela boa influencia exercida sobre quem está próximo e que por causa daqueles a jornada da existência seja mais leve e os dias mais tranquilos para aqueles que perpassam por nossa vida.
Enfim, pergunto: qual o valor dos seus valores? A quem você é semelhante?

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