sábado, 26 de abril de 2014

When You Say You Love Me



(Josh Groban)

Like the sound of silence calling,
I hear your voice and suddenly
I'm falling, lost in a dream.
Like the echoes of our souls are meeting,
You say those words and my heart stops beating.
I wonder what it means.
What could it be that comes over me?
At times I can't move.
At times I can hardly breath.

When you say you love me
The world goes still, so still inside and
When you say you love me
For a moment, there's no one else alive

You're the one I've always thought of.
I don't know how, but I feel sheltered in your love.
You're where I belong.
And when you're with me if I close my eyes,
There are times I swear I feel like I can fly
For a moment in time.
Somewhere between the Heavens and Earth ,
And frozen in time, Oh when you say those words.

When you say you love me
The world goes still, so still inside and
When you say you love me
For a moment, there's no one else alive

And this journey that we're on.
How far we've come and I celebrate every moment.
And when you say you love me,
That's all you have to say.
I'll always feel this way.

When you say you love me
The world goes still, so still inside and
When you say you love me
In that moment,I know why I'm alive

When you say you love me.
When you say you love me.
Do you know how I love you?



sexta-feira, 25 de abril de 2014

RESUME




I’m like a child in a garden
Looking for the beautiful little rocks
I lay on the grass and look at the sky
and I see the clouds drawing designs
and see bunnies, teddy bears and a face that look like Santa Claus.

I'm like a child that follow the ants to the nest
and I'm seeing how they live, what they doing and in my
child's innocence,
 I imagine myself in their world and
Each clod becomes a great mountain to be overcome.

I leave the ants and I turn to enjoy the flowers
Their colors and designs are magnificent
Their perfume spread through the air
of the feeling of pure freshness

I am still a child and mountains challenge me
I think they are just hills, but for my size seems insurmountable,
but they are telling me: come, go!

Try, climb a few feet up and feel victorious.
Slip. Wrong track. I'm on the ground again. 

Tears...
There’s no problem. I can do it again and again.
Doesn’t matter because I can lift up many times I need
I’m like a child...
And now, it’s that I’m doing…
Trying again, maybe like a innocent child.


 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sem título ainda




Lá fora depois da tempestade
Ouço apenas o soluçar da mediocridade
Dizendo a plenos pulmões
Que tudo termina em revelações

Só posso saber que não estou só
Quando vejo sombras ao redor
Talvez de pessoas com dó
Ou quem sabe de anjos, um bem maior

Isso importa muito
Porque lá no fundo
Mesmo que moribundo
Ainda sinto que estou no mundo

Não há explicação
Para tanta emoção
Onde jaz meu coração?
Percebo que está em sua mão

Ouço o pulsar
Da criança a brincar
E o sorriso largado no ar
Obriga-me a continuar

Jogos de risadas
De lembranças esbugalhadas
De lágrimas vertidas
E vidas sofridas

Qual será o final e sua sorte
Senão a que caminha para a morte
E na jornada simples e vazia
Completa-se de irrisória nostalgia









NOITES




De volta ao mundo real
Do sonho que nada tem de banal
Onde encontro quem amo
E aqueles por quem sempre reclamo

Nas muitas viagens que fiz
Por lugares lindos em que fui feliz
Encontrando amados
Em momentos que jamais serão apagados

Durante a noite em toda a sua escuridão
O brilho da presença nunca era em vão
E nos muitos abraços apertados
Não fugiam ao colo em que eram afagados

A noite se estendia
Em fortes melodias
Em risos de alegria
Mostrando sempre sua euforia

A constância do sorriso
Com um olhar sempre preciso
Dizia naquele ínterim
Que aquele momento jamais teria fim

A noite dá lugar ao dia
Que sua luz logo irradia
E me faz despertar
Para em mais um dia acreditar

A vida é complacente
E não deixa que o sol me arrebente
Manda uma névoa tranquila
Que minha lágrima destila

Ando por caminhos não percorridos
E por eles faço meus trilhos
No caminho ao sol
Quero sempre o mar e o arrebol

Na novidade da vida
Em cada momento há lida
E no sonho irreal
Encontro aquele me é mais real





quarta-feira, 16 de abril de 2014

5:50

Eu estava segurando a mão dele
Não havia músculos ou pele
Eram só ossos, como de um esqueleto.
Mesmo assim eu disse:
-Mão macia pai!
Ele riu.
No próximo segundo
Ele estava deitado em outro lugar
Segurei novamente as mãos dele
Agora normais, como sempre foram.
Eu lhe falava da minha saudade
De como sentia a sua falta
 E como era bom segurar novamente suas mãos
Ele dizia :
- Que lindinha!
- Que querida!
Esse não era o jeito do meu pai falar e estranhei.
Então ele começou a cantar, como sempre fazia:
" Quem chora no meu ombro
Eu juro que não vai embora
Que não vai embora
Que não vai embora
Porque gosta de mim"




A JANELA

por Johann Mignoni



Eu sou feita de vidro
Vidro, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva que uma janela

Eu abro devagarzinho
Para olhar o menino
Eu abro bem com cuidado
Para observar o namorado

Abro bem com fome
Para ver a cozinheira
Eu abro de mansinho
Para ouvir o passarinho

Só não abro pro frio
Que vem incomodar
Congelando tudo
E para me resfriar




terça-feira, 15 de abril de 2014

RESPOSTAS SELADAS




Questões ousadas
Perguntas levantadas
Dúvidas a instigar
Interrogação que paira no ar

Respostas já dadas
Mas nem sempre fixadas
E mesmo enterradas
Do túmulo foram tiradas

Não há mais perguntas
Não há mais respostas
Quando seladas
E ao vento deixadas

Pra que entender?
Pra que conhecer?
Quem quererá saber
Se o vazio não dá pra preencher?

A resposta você sabe
Ela está dentro do seu coração
E dela você abriu mão
E agora clama na escuridão

Quando se busca a harmonia
Nem sempre nela há alegria
E a calma poderá estar
Na desordem que causa o amar.






terça-feira, 8 de abril de 2014

QUANDO O AMOR ACONTECE




(para minha filha)
Quando o amor acontece
E se instala no coração
Sem pedir autorização
Seu ser enobrece

Vem rasgando a alma
Enchendo de magia
A vida que sempre ia
E que agora tudo acalma

Os dias são de pura leveza
Em que o sorriso encanta
E a brisa acalanta
Traduzindo  beleza

Difícil descrever tanta nobreza
Que  se levanta ao ar
Como plumas a navegar
Com tamanha gentileza

Quando o amor acontece
Ele põe a vida ao inverso
Na contramão do reverso
E o turbilhão prevalece

Noites sem dormir
Sono que se esvai
E na turba de sentimentos que cai
Vem da vida aquela paz suprimir

Nesta mistura de sentimentos
Surpreendentes e antagônicos
Faz surgir um ser anacrônico
Repleto de novos elementos

Novos caminhos irão surgir
E sua beleza propagar
Mesmo que seja somente ao ar
Para dele jamais fugir