quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Um pouco sobre Brasil x Política x FSP

Estamos em um momento crítico na política do nosso país...

Sei que a maioria detesta política, mas é somente conhecendo a política  que se pode entender os rumos do que está acontecendo no Brasil.

Infelizmente somos educados a não discutirmos política...aliás, somos educados a não questionar e a aceitar tudo pronto: lógico, muito mais fácil. Pra que pensar, gastar o cérebro e esquentar os miolos?  No fim, como disse um amigo meu ontem: "eu vou continuar levantando pela manhã, trabalhando e a vida continua não importa quem governe".
É óbvio que continua, e ele está certo até certo ponto,  mas se pudermos escolher a estrada que vamos trilhar, não é melhor escolher o asfalto do que a pedreira?
Não é melhor termos certeza da boa educação que nossos filhos terão do que o risco de serem "catequizados" por doutrinas contrárias a nossa prática cristã e a nossa fé?
Espero que não escolhamos o caminho da comodidade, mas o caminho do correto, do íntegro, do justo e do honesto. 

Enfim...quero compartilhar com vcs um artigo extremamente importante pra se conhecer um pouco mais sobre o que esta acontecendo no Brasil e em toda a América latina e como paulatinamente estamos sendo doutrinados pelo comunismo. Me sinto como o sapo cozinhando na água...devagar vamos sendo destruídos.
Isso que falo é  real e o sapo quase que literal. 

Deus nos deu a capacidade de pensarmos e analisarmos e buscarmos pelo que é certo. De forma alguma podemos nos acomodar com tão grandes perspectivas negativas que ainda ocorrerão em nosso país.
Jamais imaginei que chegaríamos a tal ponto, mas acreditem: ainda não é o fundo do poço.
 
Reflitam sobre o que irão ler e tirem suas conclusões.


http://folhacentrosul.com.br/post-politica/6132/foro-de-sao-paulo-diz-que-regulacao-da-midia-deve-ser-ponto-numero-1-no-brasil

http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/24/conheca-o-foro-de-sao-paulo-o-maior-inimigo-do-brasil/


domingo, 26 de outubro de 2014

Brasil...

Infelizmente nossa bandeira verde amarela está sendo substituída pela vermelha, que nada tem de brasileira, pelo menos não para os que realmente zelam por nossa pátria...diria neste momento, sucumbida à corrupção e aos maus tratos de um imperialismo vermelho.

sábado, 18 de outubro de 2014

Minha mãe

Um dia eu a observava cuidando da horta...
plantando flores
colhendo amores

Outro dia estava ela a costurar
e em tecidos a emoldurar
rostos de crianças a alegrar

Nas madrugadas sempre a cuidar
dos males das doenças pra se livrar
e ter sorrisos novamente espalhados no ar

Em voz de soprano sempre a cantar
bebês de colo a embalar
estando sempre a educar

Dias se vão
Noites que jamais voltarão
Sonhos que nem sempre se cumprirão

Vejo a vida a escorrer
e agora o seu corpo adoecer
deitada em seu leito a gemer

Desejo os dias retroceder
voltar a ser criança pra não perceber
que rápido o tempo se esvai sem merecer

À minha mãe que vejo adoecer
espero um melhor amanhecer
para ainda ter belos anos a viver.





segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Zona de Conflito


Porque me falta coragem para decidir àquilo que penso ser necessário?
Me arrependo de momentos em que fui covarde...penso em como deveria ter sido corajosa pra enfrentar...
Agora, não exatamente agora, mas nestes últimos anos fico desculpando minha covardia, aliviando minha consciência dizendo que agora não é o momento para tomar a decisão que me persegue.
Cada vez que a decisão me afronta, busco subterfúgios, me escondo, desvio da consciência que me atormenta me instigando a fazer aquilo que acho que deveria ser feito; desvio da minha insegurança, daquilo que é descrito por uma única palavra. Àquela palavra que é o tipo da minha atitude, em que a subsunção é perfeita para o que sinto agora: Covardia.
Me prostro.
Tenho medo.
Já fui mais corajosa, confesso.
Talvez porque agora me obrigo a pensar em outros dois seres que dependem de mim.
Será que isso é só outra desculpa?
Meu Deus, o que devo fazer?
Será que de certa forma estou na zona de "conforto"? não é tão confortável, senão não buscaria por outra solução.
Que droga!
E ainda tem pessoas que dizem que sou corajosa! Mal sabem elas dos meus conflitos e lutas internas.
Se vou vencer? não sei. Eu nunca sei.
Preciso tentar...
Tentar...que palavra horrível!. Ela por si só já induz ao fracasso.
Preciso decidir e seguir, só isso. Tão fácil mas tão difícil.
O tempo me insta a decidir, a tomar atitude
Antes que o tempo decline e que o sol se ponha...então será tarde demais!



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Ruminando palavras

Gostaria de escrever sobre política, mas não me sinto preparada para tal. Me falta conhecimento para assunto tão complexo e que envolve tantas facetas, sejam econômicas, sociais, liberais, contratuais ou culturais.
Somos um país com raízes em outros países, com  uma formação histórica que apenas há um século e pouco atrás não possuía população brasileira suficiente e sob um grande "engodo" legislativo, transformaram todos os habitantes do continental país em cidadãos brasileiros.
Nossos bisavós tornaram-se brasileiros sem ao menos saber que o eram. 
Entendo claramente agora porque meu pai era "gringo" e minha mãe alemã, e é porque eles realmente o eram em suas famílias.
Dessa formação de cidadãos por força de lei estamos aqui, em um país que ainda não descobriu o potencial natural e intelectual que tem. Que contenta-se com o pouco, com o quase nada e não falo somente da questão econômica, mas da questão intelectual também.
Falo que talvez ainda as raízes estejam onde pensamos que estão, mas em que a terra já não é mais nossa. Pertencemos a outro lugar.
Falta-nos amor à pátria.
Sinto-me triste quando leio que alguns brasileiros, nascidos nesta terra, dizem sentir vergonha da pátria a que pertencem.
Morei por 2 anos em terras estrangeiras e sempre me orgulhei de ser brasileira, apesar de quem nem sempre nossa imagem lá fora fosse a melhor. Morri de vergonha quando o rapaz do Post Office, ao saber que éramos brasileiros, exibiu com orgulho um livro cheio de fotos de mulheres seminuas que havia comprado no Brasil quando veio participar de um carnaval no Rio. 
Me enchi de orgulho quando um casal de médicos, também americanos, nos contaram de seus sonhos em serem missionários no Brasil e de como eles gostavam do povo brasileiro.
Independente da maioria pensar que aqui no Brasil só houvessem mulatas nuas rebolando pelas ruas ou índios canibais atrás de moitas espreitando suas presas, sempre me orgulhei de ser brasileira e de estar em outro país tendo a oportunidade de dizer-lhes que Brasil também é cultura, que aqui se lê livros ( eu pelo menos lia) e que há pianos nas igrejas e nas escolas (hj infelizmente não mais), e que temos grandes cidades e que somos formados por pessoas de muitos e muitos países, mas que cada coração desta terra pulsa como brasileiro.
Esta visão parece um tanto ingênua e pura diante de tantos escândalos políticos no nosso país. Ainda assim acredito e amo a terra em que nasci e não precisamos imitar ninguém, nem ao menos copiar esta ou aquela política.
Entendo que, neste momento de erupção brasileira, de tantas inseguranças,  há sim a necessidade de uma conversão ao cristianismo, à busca de Deus, à valorização de grandes filósofos e pensadores, de questionadores, de leitores da Bíblia e de muitos bons livros que são publicados, não só no Brasil, como em outros países também e dizermos um basta a nós mesmos, às nossas convicções baseadas em folhas jogadas ao vento, quase que sem fundamento.
Isso implica em maturidade. Implica em mudanças internas. Implica em seguir as palavras do grande mestre Jesus:"Ama a teu próximo como a ti mesmo".

O vento nos leva, 
não há cerne em nós
Pergunto àquela leva
se pararemos no pó

Somos quase filantropos
querendo subir ao topo
Nos orgulhamos de tal
como se isso fosse inaugural

Sem a busca do Caminho
Não há como achar o ninho
Só haverá em nós o transcendental
quando encontrarmos o Eternal



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

quero



quero agora acordar
e ver o dia raiar
voltar a ver o sol brilhar
e feliz nas manhãs levantar

quero da noite o sossego
que me embala sem segredo
vivendo em sonhos e fantasias
envolta em caricias macias

quero a vida tranquila
aquela que bençãos atira
contagiando todo o lugar
na alegria de querer sempre estar

quero a viagem que nunca foi em vão
pois ela só segue por uma mão
então vou soletrando a canção
que enternece meu coração

quero com você compartilhar
da minha vida desfrutar
pela eternidade a cantar
da beleza deste teu olhar

quero teu sorriso avistar
e em teus braços me aconchegar
de teus lábios desfrutar
e com você meus sonhos realizar

quero tuas poesias conhecer
e deste suco me embeber
nas sábias palavras me entreter
e nas delícias da vida permanecer





sábado, 4 de outubro de 2014

De quem é a culpa?



De quem é a culpa? Minha?..não! nunca!..a culpa é dele, é dela, é do pai, da mãe, do “falso”amigo.  E quando não resta mais ninguém para enumerar na tentativa de resposta à acusatória pergunta, a resposta refugia-se na sociedade, em Deus ou no destino.
Porque é tão difícil para o ser humano assumir as consequências de seus próprios atos?
Indago a mim mesma, indago à justiça que estudo, indago às obras que leio.
Entendo claramente os limites do livre arbítrio. Conversava sobre isso com minha filha ontem quase na madrugada onde o cérebro parece encontrar o momento pra despejar filosofias e nela encontrei ótima companheira de profundos pensamentos e questionamentos.
Falávamos sobre escolhas, responsabilidades e livre arbítrio.
Escolhas que fazemos constantemente. Aquelas que fluem do nosso próprio caráter e que nos fazem ser diferentes, não melhores, mas questionadores da nossa própria existência e dos nossos próprios desígnios como filhos de Deus.
Consequentemente as escolhas estão agarradas e arraigadas às consequências. Não conseguimos admoestar sobre uma sem tratar da outra, tamanha ligação que as amarram.
Pequenas escolhas nos levam pelos caminhos diários da vida, mas grandes escolhas, geralmente aquelas que nos são mais difíceis mudam nossos caminhos, abrem e fecham portas, nos fazem saltar para as nuvens ou nos derrubam ao chão.
Muito bem até ai. Não há problema nenhum quando nossas escolhas nos levam por caminhos que nos deixam felizes, em que sentimos prazer pelo que fazemos e há paz no coração.
A dificuldade está em aceitar quando erramos, quando nos enganamos, quando houve um grande equívoco em nossa escolha e que as consequências nos trarão dificuldades. Talvez seja um alívio para a consciência colocar a culpa em outra pessoa  ou em qualquer outra situação. Cômodo assim? Para a grande maioria das pessoas parece que funciona bem. Mas a quem se está enganando? Aos outros ou a você mesmo? Bem pior é tentar enganar a si mesmo.
Assumir que errou, faz parte de um processo de crescimento, de auto conhecimento das próprias fraquezas e fragilidades. Entender que errou, buscar corrigir o erro – se há esta possibilidade – ou mesmo pedir perdão faz parte do amadurecimento, do entendimento que busca a perfeição, que busca bons relacionamentos, onde se constrói a confiança e principalmente,  a compreensão de si próprio.
Esbarro no livre arbítrio. Há muitas situações que fogem ao controle, em que sou simplesmente a consequência da decisão alheia. Talvez eu possa clarear:
Imagine que estou dirigindo pela estrada, dentro dos limites das leis de trânsito  e outro carro, em alta velocidade atinge o meu veículo. Não foi escolha minha bater, portanto perdi meu livre arbítrio, minha liberdade de continuar o meu caminho. No entanto, na limitação do meu livre arbítrio, posso escolher naquele momento que reação terei diante do fato. Posso descer do carro e gritar com o outro motorista,  ou posso, antes de mais nada, tentar socorrer quem estava comigo no carro, ou ainda posso ligar para o resgate.
Mesmo em situações que fogem ao meu controle, em que o livre arbítrio me foi limitado, ainda dentro destas situações eu posso escolher  o que fazer com a parca lista de possibilidades que me restou.
Escolhas feitas.  Sou responsável por elas não importa o quão limitadas elas tenham me sido apresentadas. Não posso culpar ninguém por ter escolhido A ou B a não ser a mim mesma e aprender com as consequências, quer sejam boas, quer sejam difíceis de engolir.
Enfim...filosofias de vida, de crescimentos, de quedas e do levantar-se delas.
Faz parte da caminhada, dos trilhos da vida, das alegrias e das tristezas, de boas e de más escolhas, e que neste momento, fazem parte deste Registro da vida.