Quando a dor vem como furacão
E a sentinela desperta
Avisando que a janela está aberta
Trazendo sofrimento ao coração
Não consigo vencer o dia
Vivo pura nostalgia
Meu semblante descai
E em ruínas meu ser se esvai
Por que tanta saudade?
Por que tanta aflição?
Percebo que isso não tem idade
E é constante esta gélida emoção
A ausência que em mim eu sinto
Corrói meu espírito quase extinto
O abraço termina ao acordar
Restando somente lágrimas a enxugar
Gostaria desta dor declinar
Ter novamente meu coração a pulsar
Reconquistar o brilho do olhar
E da vida inteiramente me regalar

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