Das certezas que surgem verdades
Das verdades que não se pode fugir.
Medo da tristeza que pode causar
E a alma triste dilacerar.
Porque tanta certeza de fazer a coisa certa,
De se manter no caminho
A despeito daquilo que se ama e se quer.
Difícil decisão, dizer não quando se quer o sim.
Difícil ver o brilho do olhar se apagar e em dor se
transformar.
O desejo da alma é o de fazer sorrir
O de fazer sentir que há amor
Desejo de realizar sonhos...
Sonhos desfeitos, corações partidos, olhar amargurado.
Não há o que fazer apenas se recolher
E esperar que o destino se faça concretizar
Aquilo que a alma suplica que aconteça.
Em finalmente se debruçar
Na gélida expectativa do vazio do luar.

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