Duvidei de Deus, questionei, esbravejei...
Me isolei, calei, sofri...
Revoltei, fui prá rua e manifestei...
Fui confundida e me confundi...
Não me encontrei, me perdi...
Desejei ardentemente um colo, um cafuné...
O consolo Deus me deu quando meu coração aliviou...
Dói demais e cada palavra lembrada me faz chorar...
Não encontro o que procuro...
O direito me foi tomado...
Mas quando olho prá lua e lembro que ninguém a olharia comigo como vc,
Lembro que além dela, muito além,
Há esperança de que a paz encontrarei.
Quando ler esta poesia, não fique alarmado
pois as palavras não falam, senão do meu estado.
Me perdoa, não sou poeta como você
E a rima se perde na lágrima que escorre
E fico por aqui, tentando aliviar a alma que morre.
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