Quando a tarde cai
E o dia se vai
Ao longe surge a melodia
Retratando a mais pura nostalgia
Relembro da infância
Com toda a sua fragrância
Entre flores e folguedo
Brincava sem jamais sentir medo
O coração puro de criança
Vivia assim na festança
Em saber que a vida era bela
Colorida toda em aquarela
Quero aquela criança reencontrar
E que volte em meu ser habitar
Quero daquele amor receber
Para em alegria poder viver
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