Quando o sentimento de morte invade o coração
Sente o ser que já não há mais vida não
Ambulante perambula pelo mundo
Sem que dele viva um segundo
A tristeza transparece no olhar
E já não há mais
máscaras para usar
Cada dia que da vida passa
Nada é do que mais um
na massa
Pergunta-se qual o sentido do viver
Quando já a alma está a morrer
E em nada da vida almeja crer
Quando o que queria jamais poderá ter
Não sabe de nada quando então
Pensa que talvez ainda veja o verão
Mas no frio do túmulo jaz o amor
E para este não há mais lutador
As noites são longas e os dias frios
Com sonhos e desejos sempre tardios
Não preenchendo a alma dos vazios
Vivendo momentos eternamente sombrios
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