domingo, 4 de maio de 2025

Minha reflexão sobre a Bíblia e a Arqueologia

 

Minha reflexão sobre a arqueologia e as comprovações da história bíblica através de suas pesquisas:

Com o crescimento da igreja cristã, os embates com os pagãos se intensificaram e a perseguição àqueles que professavam outra fé e a descrença nos deuses pagãos, e durante o império Romano, quando Constantino chega ao poder, ele percebe que para permanecer no poder, ele precisaria do apoio deste grande grupo que vivia em seu reino: os seguidores de Cristo. Assim, em troca do apoio ao seu governo, ele tornaria a religião cristã, oficial em seu império.

Bem complicado isso para um imperador, já que não eram somente os cristãos que faziam parte do seu reino. Para não perder seus apoiadores, ele mesclou as crenças de pagãos com cristãos, e assim a religião cristã deixou de ser pura e de seguir os preceitos bíblicos para ser uma amálgama de crenças.

Alguns grupos de cristãos não se misturaram e não aceitaram que a sua fé fosse comprada a troco de liberdade, e que suas crenças não fossem contaminadas por desejos humanos e seguiram afastando-se daqueles grupos que preferiram a política da boa vizinhança ao invés das verdades divinas de Jesus Cristo.

Durante a Idade Média, a igreja se estabeleceu como poder dominante, aproveitando-se da queda do Império Romano do Ocidente, e seu poder não só subjugou a consciência do povo, como o dos Reis.

Durante este período, a Bíblia foi proibida, e paulatinamente a igreja foi incorporando mais práticas pagãs na sua liturgia e no seu rol de crenças, a princípio concordando com o que Constantino adotou como “cristianismo”, ou seja, a incorporação de práticas pagãs dentro da igreja primitiva. A partir de então, isso se tornou uma prática dentro da igreja, chegando a dois grandes filósofos deste período, Agostinho de Hipona (354-430d.C), e São Tomas de Aquino (-1274d.C) os quais trabalharam arduamente para justificar dentro do cristianismo as práticas pagãs e como elas “concordavam” com o cristianismo.

As escolas criadas por eles, a Patrística e a Escolástica, seguiram de guias para os monges e para as práticas católicas até os dias de hoje.

A palavra "católico" vem do grego "katholikos", que é a junção de "kata" (sobre, junto) e "holos" (inteiro, todo, total). Normalmente somos ensinados a pensar que esse “universal” se refere a qualquer pessoa do mundo, contudo, este termo se refere a junção de todas as crenças existentes e que se coadunam e um único nome, abrangendo assim a todos os que queiram adorar (seja lá o que for), já que inclusive os deuses pagãos passaram a ter nomes dos discípulos de Jesus e de outros santos também.

Só a partir do movimento da reforma, com mártires que deram sua vida em favor da verdade bíblica e das traduções da bíblia para a língua nativa dos povos, é que as pessoas, lendo, perceberam que aquilo que a igreja pregava não era bíblico e a hegemonia da igreja começou a esfacelar.

Com a disseminação das verdades bíblicas e da própria Bíblia, a estratégia de satanás muda: fazer as pessoas desacreditarem no texto sagrado e nas verdades bíblicas, como se elas não passassem de contos, inclusive o Papa Francisco, em diversas ocasiões, abordou a história da criação de forma a enfatizar a sua natureza simbólica e metafórica, rejeitando a leitura literal e literalista da narrativa.

E por décadas a igreja tentou plantar na mente das pessoas a ideia de que a Bíblia é somente um livro de histórias e que não pode ser o guia, a verdade espiritual de ninguém, como continua até hoje, já que não é o livro guia da própria igreja, sendo a tradição e a palavra do papa acima do livro sagrado, enganando assim fiéis sinceros que acreditam que a igreja católica apostólica romana é uma igreja cristã e que segue a Cristo e a Bíblia.

Então surge a arqueologia como ciência e que através das últimas décadas tem comprovado a existência daquele passado descrito na Bíblia.

Deus foi cuidadoso quando inspirou os escritores bíblicos a descreverem locais, nomes de cidades e lugares, e de reis, de tempos e pessoas e que para os céticos, hoje pode ser comprovado cientificamente.

“A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem”

( Hebreus 11:1 )

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