Minha reflexão sobre a
arqueologia e as comprovações da história bíblica através de suas pesquisas:
Com o crescimento da igreja
cristã, os embates com os pagãos se intensificaram e a perseguição àqueles que
professavam outra fé e a descrença nos deuses pagãos, e durante o império
Romano, quando Constantino chega ao poder, ele percebe que para permanecer no
poder, ele precisaria do apoio deste grande grupo que vivia em seu reino: os seguidores
de Cristo. Assim, em troca do apoio ao seu governo, ele tornaria a religião
cristã, oficial em seu império.
Bem complicado isso para um imperador,
já que não eram somente os cristãos que faziam parte do seu reino. Para não
perder seus apoiadores, ele mesclou as crenças de pagãos com cristãos, e assim
a religião cristã deixou de ser pura e de seguir os preceitos bíblicos para ser
uma amálgama de crenças.
Alguns grupos de cristãos não se
misturaram e não aceitaram que a sua fé fosse comprada a troco de liberdade, e
que suas crenças não fossem contaminadas por desejos humanos e seguiram afastando-se
daqueles grupos que preferiram a política da boa vizinhança ao invés das
verdades divinas de Jesus Cristo.
Durante a Idade Média, a igreja
se estabeleceu como poder dominante, aproveitando-se da queda do Império Romano
do Ocidente, e seu poder não só subjugou a consciência do povo, como o dos Reis.
Durante este período, a Bíblia
foi proibida, e paulatinamente a igreja foi incorporando mais práticas pagãs na
sua liturgia e no seu rol de crenças, a princípio concordando com o que Constantino
adotou como “cristianismo”, ou seja, a incorporação de práticas pagãs dentro da
igreja primitiva. A partir de então, isso se tornou uma prática dentro da
igreja, chegando a dois grandes filósofos deste período, Agostinho de Hipona (354-430d.C),
e São Tomas de Aquino (-1274d.C) os quais trabalharam arduamente para
justificar dentro do cristianismo as práticas pagãs e como elas “concordavam” com
o cristianismo.
As escolas criadas por eles, a
Patrística e a Escolástica, seguiram de guias para os monges e para as práticas
católicas até os dias de hoje.
A palavra "católico"
vem do grego "katholikos", que é a junção de "kata" (sobre,
junto) e "holos" (inteiro, todo, total). Normalmente somos
ensinados a pensar que esse “universal” se refere a qualquer pessoa do mundo, contudo,
este termo se refere a junção de todas as crenças existentes e que se coadunam
e um único nome, abrangendo assim a todos os que queiram adorar (seja lá o que
for), já que inclusive os deuses pagãos passaram a ter nomes dos discípulos de
Jesus e de outros santos também.
Só a partir do movimento da
reforma, com mártires que deram sua vida em favor da verdade bíblica e das
traduções da bíblia para a língua nativa dos povos, é que as pessoas, lendo,
perceberam que aquilo que a igreja pregava não era bíblico e a hegemonia da
igreja começou a esfacelar.
Com a disseminação das verdades
bíblicas e da própria Bíblia, a estratégia de satanás muda: fazer as pessoas
desacreditarem no texto sagrado e nas verdades bíblicas, como se elas não
passassem de contos, inclusive o Papa Francisco, em diversas ocasiões, abordou
a história da criação de forma a enfatizar a sua natureza simbólica e
metafórica, rejeitando a leitura literal e literalista da narrativa.
E por décadas a igreja tentou
plantar na mente das pessoas a ideia de que a Bíblia é somente um livro de
histórias e que não pode ser o guia, a verdade espiritual de ninguém, como
continua até hoje, já que não é o livro guia da própria igreja, sendo a
tradição e a palavra do papa acima do livro sagrado, enganando assim fiéis
sinceros que acreditam que a igreja católica apostólica romana é uma igreja
cristã e que segue a Cristo e a Bíblia.
Então surge a arqueologia como
ciência e que através das últimas décadas tem comprovado a existência daquele
passado descrito na Bíblia.
Deus foi cuidadoso quando
inspirou os escritores bíblicos a descreverem locais, nomes de cidades e
lugares, e de reis, de tempos e pessoas e que para os céticos, hoje pode ser
comprovado cientificamente.
“A fé é o firme fundamento das
coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem”
( Hebreus 11:1 )
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